segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Museu do Futebol-Exaltação - Beatriz n04, 7C

O Museu do Futebol foi aberto em 2008 (tem agora, 4 anos) e fundado por José Serra, foi construído no estádio Pacaembu, aberto em 1940 (que tem 71 anos) propositalmente, já que é um tradicional e o maior e mais moderno da América Latina estádio futebolístico. Apesar de seu nome, o museu não trata somente de assuntos esportivos (do futebol), mas também como de acessibilidade, história...
A obra "Exaltação" me chamou a atenção, pois recria o ambiente das arquibancadas em dias de jogos, porém com um detalhe diferente: ficamos abaixo das arquibancadas. O ambiente demonstra o barulho, o calor e até mesmo o cheiro das arquibancadas, com mais de 30 torcedores e gritos dos times mais tradicionais do Brasil, também pudemos perceber que os pilares de sustentação ficam acima da terra, pois foi desse modo que o estádio foi construído, tanto que Pacaembu significa terras alagadas, traduzido do indígena. A sala é dedicada ao torcedor que na hora dessa experiência, faz fluir a paixão pelo seu time.


Imagem da obra-sala "Exaltação"



O Museu fica aberto de terça a domingo, entre as 9h às 17h e terá:

28/10 Seminário Olhar Com Outro Olhar

Seminário Olhar Com Outro Olhar, dia 20/10 , no Auditório Armando Nogueira, com diferentes sessões às 11h, 14h e 16h.



Ingresso (design temporário)

Por enquanto, só temos esse evento na agenda. No museu, você receberá seu ingresso e poderá retirar panfletos, como esses:
Panfleto

Por:
Beatriz Garcia, n04, 7C

Fontes:
Educadores do Museu do Futebol
Imagens:
www.museudofutebol.org.br e minha webcam.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Xilogravura-Beatriz Garcia nº04 7C

Nosso Cordel

Eu sou a Macatá
Vim aqui para narrar
O que o público vai escutar
É um cordel de arrasar

Eu sou o Musleque
Roubo cactos para a coleção
Cuidado minha gente
Que o Pog é meu irmão

Olá, eu sou o Pog
Do Musleque, parceirão
Roubo, roubo pra valer
Macatá é minha paixão

Tudo bom, eu sou o Half
O justiceiro do sertão
Se houver algum problema
Estou sempre de prontidão

Prazer sou Flora
Doce e gentil
Tenho uma paixão secreta
Pelo Musleque imbecíl

Em um dia ensolarado
Os dois ladrões foram roubar
E Flora ao ver a cena
Foi até Half se queixar

Half se pôs a correr
Até o roubo deter
A justiça foi feita
Flora estava satisfeita

O sertão estava em paz
Justiça é o que o Half faz
Enquanto a dupla apodrecia
Um festival acontecia

Que pena, me dei mal! (Musleque)
Bem feito, seu malandro (Half)
O Musleque é sem igual, SNIF! (Flora)
Acho que estou amando (Pog)

O triângulo amoroso 
Nunca vai se desfazer 
E isso aconteceu
Porque ninguém quis escrever  

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Camila nº8, 7ºC - Ariano Vilar Suassuna

Ariano Vilar Suassuna nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa (PB), em 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixou o governo da Paraíba e a família passa a morar no sertão, na Fazenda Acauhan.
Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
A partir de 1942 passou a viver em Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. Em 1946, iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Para curar-se de doença pulmonar, viu-se obrigado a mudar-se de novo para Taperoá. Lá escreveu e montou a peça Torturas de um Coração em 1951. Em 1952, volta a residir em Recife. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral.
Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo. Em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna.
Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A Caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu sua bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPe. Ali, em 1976, defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.


Fontes:

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Literatura de cordel - Histórico e Definição - Por Beatriz Garcia, n04, 7C.

A Literatura de cordel é um poema popular, originalmente oral, e depois feito em pequenos e simples folhetos, onde ficavam pendurados em cordéis (origem do nome cordel) para a venda, cuja tradição veio de Portugal. Os cordéis são escritos em rimas e alguns são ilustrados com xilogravuras (ver post de Mariana Okay), que também são usadas para ilustrar a capa (o método, não a gravura). As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos.
Na imagem acima, os folhetos pendurados no cordel.

 O cordel funciona para exibir a arte do cotidiano, tem várias cópias, em função de sua popularidade, e atingem principalmente assuntos de crítica social e textos de opinião. Veio de Portugal, onde inicialmente eram feitos para peças de teatro, depois veio para o Brasil, e agora está principalmente na Região Nordeste (com destaque em Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, e faz parte da cultura brasileira, o cordel e apresenta também episódios históricos, lendas , temas religiosos...


Por: Beatriz Garcia, n04, 7C




Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel